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Espuma de Poliuretano (SM-28)

Espuma de poliuretano utilizada nos ensaios de resistência à abrasão e formação de Pilling (IWS TM  196)  realizados  no  abrasímetro  Martindale  quando  a  amostra testada possui uma gramatura inferior a 500 g/m².

Descrição do equipamento:

Descrição do equipamento

Espuma de poliuretano utilizada nos ensaios de resistência à abrasão e formação de

Pilling

(IWS TM 196) realizados no abrasímetro

Martindale

quando a amostra testada possui uma gramatura inferior a 500 g/m².

  • DIÂMETRO: 38mm
  • MONTAGEM: No suporte de amostra anteriormente à colocação da amostra
  • ESPESSURA: 3 mm ± 0,01
  • DENSIDADE: 29 à 31 Kg p/ m³
  • GRAMATURA: 750g / m² ± 50g/m²

Normas

Norma Título
ASTM D 4970 Standard Test Method for Pilling Resistance and Other Related Surface Changes of Textiles Fabrics
ASTM D 4966 Standard TestMethod for Abrasion Resistance of Textile Fabrics (Martindale Abrasion Tester Method)
GMW 15651 Hook Fastener Resistance
ISO 12947-1 Table 3 Textiles – Determination of the abrasion resistance of fabricsby the Martindale method — Part 1: Martindale abrasion testing apparatus
JIS L0196 8.19 Method E Test Methods for woven and knitted fabrics – Abrasion resistance ans change in colour due to abrasion

 

Variações mínimas no material de apoio utilizado em ensaios podem alterar significativamente os resultados obtidos. A espuma de poliuretano têxtil é aplicada como base padronizada em testes laboratoriais, garantindo uniformidade na pressão e repetibilidade das medições.

Por que a espuma interfere diretamente nos resultados dos ensaios?

A estabilidade do ensaio depende não apenas do equipamento, mas também dos materiais que compõem o sistema de teste. Quando a base de apoio apresenta variações físicas, como densidade irregular ou deformação, o comportamento do tecido testado muda.

Essa alteração afeta diretamente a leitura final. Um material de suporte inconsistente gera resultados que não representam a condição real do tecido.

A espuma de poliuretano atua como elemento de controle, reduzindo essas interferências.

Como a espuma para testes têxteis atua nos procedimentos?

A função da espuma para testes têxteis é proporcionar uma superfície uniforme que distribui a pressão aplicada durante o ensaio. Esse comportamento é essencial em testes que envolvem abrasão, compressão ou contato repetitivo.

Ao manter características físicas estáveis, o material permite que o ensaio seja reproduzido em diferentes condições sem perda de confiabilidade. A consistência da base de apoio assegura que a variação observada esteja no tecido, e não no sistema de teste.

Propriedades técnicas da espuma de poliuretano

A espuma de poliuretano utilizada em laboratório é desenvolvida para manter características específicas ao longo do tempo. Sua composição garante desempenho previsível mesmo sob uso contínuo.

Entre os principais atributos técnicos, estão:

  • Densidade controlada: mantém uniformidade na distribuição de pressão;
  • Resiliência do material: permite retorno à forma original após compressão;
  • Estabilidade dimensional: evita deformações que comprometam o ensaio.

Essas propriedades contribuem para a padronização dos resultados obtidos.

Quando substituir a espuma de poliuretano nos ensaios?

Com o uso contínuo, a espuma sofre desgaste que altera suas características físicas. A perda de resiliência e a deformação acumulada impactam diretamente a qualidade do ensaio.

A substituição deve ocorrer sempre que houver sinais de alteração estrutural, como redução da elasticidade ou irregularidade na superfície. Esse controle evita que o material de apoio se torne uma fonte de erro.

Qual a diferença entre materiais de suporte no teste?

Diferentes materiais podem ser utilizados como base em ensaios, mas nem todos apresentam comportamento consistente. A escolha inadequada compromete a repetibilidade e dificulta a comparação entre resultados.

A espuma de poliuretano se destaca por sua capacidade de manter propriedades estáveis, garantindo condições padronizadas para avaliação do tecido.

Aplicações da espuma em ensaios laboratoriais

O uso da espuma está associado a diversos tipos de ensaio, especialmente aqueles que exigem contato contínuo entre o tecido e uma superfície de apoio.

Sua aplicação permite simular condições reais de uso, fornecendo dados mais próximos do desempenho do material em campo. Esse alinhamento entre ensaio e aplicação contribui para análises mais precisas.

Relação entre material de apoio e confiabilidade dos resultados

A confiabilidade dos ensaios depende da interação entre todos os elementos envolvidos. O material de apoio exerce influência direta na forma como as forças são aplicadas ao tecido.

Quando essa base apresenta variações, o resultado deixa de ser comparável. O uso de espuma padronizada elimina essa variável e fortalece a consistência das medições.

Controle de qualidade aplicado à espuma para testes têxteis

A qualidade da espuma deve ser monitorada ao longo do tempo. O controle envolve verificação de propriedades físicas e substituição periódica conforme critérios definidos.

Essa prática assegura que o material continue atendendo às exigências técnicas dos ensaios, mantendo a confiabilidade dos resultados.

FAQ – perguntas frequentes sobre espuma de poliuretano têxtil

A espuma pode ser reutilizada indefinidamente?

Não. O desgaste progressivo altera suas propriedades e compromete a precisão dos ensaios.

A espuma para testes têxteis influencia todos os tipos de ensaio?

Sua influência é maior em testes que envolvem contato e pressão, onde o material de apoio interfere diretamente no comportamento do tecido.

Existe diferença entre espuma comum e espuma de poliuretano para ensaio?

Sim. A espuma de poliuretano é desenvolvida com controle técnico de propriedades, garantindo maior estabilidade.

A substituição da espuma impacta os resultados?

Sim. A troca por material novo restabelece condições padronizadas e melhora a confiabilidade das medições.

Reduza interferências nos ensaios com materiais de apoio padronizados

A precisão dos resultados depende do controle de todas as variáveis envolvidas no ensaio, incluindo o material de suporte utilizado.

A Texcontrol atua com espuma de poliuretano têxtil desenvolvida para atender exigências técnicas de laboratório, garantindo repetibilidade, estabilidade e maior segurança na interpretação dos dados.

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