O ensaio de amarelamento fenólico foi inicialmente desenvolvido pela Courtaulds e, posteriormente, adotado pela Mark & Spencer como Método C20B, voltado à avaliação do amarelamento evasivo/reversível.
Objetivo do ensaio
Avaliar o potencial de artigos têxteis brancos ou em tons pastéis sofrerem amarelamento devido à contaminação por compostos fenólicos (fenóis estéreis), especialmente durante armazenamento e transporte.
Aplicação do kit
O kit é utilizado para verificar a descoloração/amarelamento resultante da reação entre óxidos de nitrogênio (NOx) e fenóis presentes em:
mercadorias armazenadas,
materiais de embalagem,
acabamentos de tecidos.
O papel impregnado é utilizado para simular, de forma controlada, a exposição de materiais têxteis (ou plásticos) aos vapores de compostos fenólicos, como o BHT, avaliando a resistência ao amarelamento e à descoloração.
Esse ensaio é especialmente relevante para materiais sintéticos (ex.: acetato de celulose e poliéster), que podem sofrer alterações de cor ao longo do armazenamento ou transporte.
Durante o teste, o papel impregnado com substâncias reativas (como ácido oxálico) é colocado em contato com a amostra e submetido a temperatura elevada por um tempo determinado. Ao final, realiza-se a avaliação visual de manchas ou mudança de tonalidade, comparando-se com padrões de cor, para determinar a suscetibilidade ao amarelamento induzido por fenol.
O tecido de controle é uma amostra têxtil padronizada e sensível aos vapores fenólicos, utilizada para validar a eficácia e a confiabilidade do ensaio. Sua função é confirmar se as condições do teste (papel impregnado, temperatura e tempo) estão adequadas, por meio de uma resposta de amarelamento esperada e previsível.
Além disso, ele atua como referência visual para comparação na avaliação das amostras, sendo essencial em rotinas de controle de qualidade.
O filme de polietileno atua como barreira física entre o papel impregnado e o tecido de controle, sem impedir a passagem dos vapores fenólicos responsáveis pela reação de amarelamento.
Sua utilização é fundamental para garantir que qualquer alteração de cor observada seja causada exclusivamente pela exposição aos vapores voláteis — e não por contato direto com o papel ou seus reagentes. Ao evitar esse contato direto, o filme reduz o risco de manchas localizadas e de reações não uniformes, preservando a confiabilidade da interpretação.
Por ser semipermeável a gases, permite que vapores fenólicos (como os provenientes do BHT – butil-hidroxitolueno) atravessem o material e reajam de forma controlada.
Atende às necessidades do seguinte equipamento:
Perspirômetro TC 270